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Criado em 2011, o Meu Rio é uma organização independente e apartidária.
Com uma equipe de cinco pessoas, fiscalizamos, cobramos e pautamos os políticos da cidade
para evitar que os cariocas e as cariocas sejam prejudicados por decisões absurdas.
Ao longo dos anos, já conquistamos dezenas de vitórias. Conheça algumas delas!

Na segunda feira após as eleições municipais de 2016, a equipe do Meu Rio detectou que um projeto de lei absurdo entraria em votação na Câmara dos Vereadores. Batizado de Mesada Vitalícia, o projeto previa que alguns vereadores recebessem uma aposentadoria especial, somando salários para o resto da vida quando não fossem reeleitos.

Rapidamente, nossa equipe criou a página www.naovaitermesada.meurio.org.br e disparou um alerta para todos os membros do Meu Rio. Em menos de 24h, foram mais de 40 mil emails enviados para os vereadores e vereadoras. Quando o projeto foi à votação, em uma sessão extraordinária com acompanhamento ao vivo do Meu Rio, os vereadores e vereadoras estavam tão constrangidos com nossa pressão que nenhum deles teve coragem de votar a favor do projeto.
Em agosto de 2017, no auge da crise do Estado do Rio, com os servidores sem receber há meses e a UERJ ameaçada de ser fechada, o governador Luiz Fernando Pezão abriu uma licitação para o aluguel de táxi aéreo ao valor de R$2,5 milhões de reais. A manobra não era ilegal, mas no mínimo imoral da parte do governador.
Nós do Meu Rio não podíamos ficar parados. Foram mais de 10 mil e-mails de pressão contra o jatinho, mas o Pezão não deu muita bola. Então promovemos um telefonaço para o gabinete do governador e a população deu o recado: “não queremos que o governador fique andando de jatinho”. Por último, penduramos uma faixa e vários aviões de plástico em protesto contra a licitação bem na rua do Palácio Guanabara, residência oficial do governador. Foi decisivo: em menos de uma semana o Tribunal de Contas do Estado suspendeu a licitação e conseguimos essa enorme vitória para toda a população!

Ao lado da ONG Rio de Paz, o Meu Rio se juntou à Jovita Belfort em uma campanha emocionante pela criação de uma delegacia especializada na localização de pessoas desaparecidas. Foram meses de luta e pressão na direção da Polícia Civil e na Secretaria de Segurança Pública até que esse novo departamento fosse implementado no Rio.

Até então as mães e familiares de pessoas desaparecidas eram obrigadas a ir até uma delegacia de homicídios para registrar o desaparecimento de um ente querido, em um processo violento e doloroso que não podia mais continuar. Para completar, em Belo Horizonte a delegacia de desaparecidos apresentava números alentadores na resolução de casos, com um custo operativo baixo. Hoje, a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (como foi batizada aqui no Rio) se encontra em pleno funcionamento.


Os vereadores do Rio tentaram, na surdina, aprovar uma emenda que permitia o recebimento do salário integral sem precisar votar em ao menos um projeto de lei.

Novamente, agimos contra um privilégio. Dessa vez barramos o "auxílio-educação"
de mais de R$ 7 mil para filhos de
juízes e desembargadores.

Após dois anos fechada, conseguimos que escola fosse reaberta e os alunos
voltassem às aulas.


Na véspera do Natal de 2013, a Secretaria de Obras tentou destruir um projeto modelo de sustentabilidade no Cantagalo. Em uma mobilização de urgência, vencemos e garantimos a manutenção do Favela+Limpa.


Com nossa pressão, garantimos que a revista íntima manual fosse substituída por detectores de metais.



Nas eleições municipais de 2016, reunimos um time de especialistas para verificar ao vivo a veracidade das falas dos candidatos à prefeitura nos debates de TV.



Em ação inédita, acabamos com a cobrança de ICMS para quem gera energia solar
em escala local.


Um avanço histórico para o estado que poderá receber projetos de leis de iniciativa popular com assinaturas digitais.




Depois da prisão dos magnatas dos
transportes, Jacob Barata Filho e Lélis Teixeira, a investigação sobre os ônibus finalmente saiu
do papel. Conseguimos prorrogá-la até 2018 para abrirmos definitivamente
a caixa preta dos transportes!

Em parceria com os moradores do Leme, evitamos que um teleférico turístico fosse instalado em parque de preservação
natural no bairro.



Dessa vez, pressionamos os deputados federais para evitar que um projeto
de lei absurdo concedesse a licença
para matar aos militares na cidade
durante as Olimpíadas.

Uma campanha rápida e efetiva garantiu a pintura da ciclofaixa em um cruzamento perigoso da avenida Venceslau Brás.

Apoie nossa luta!


O Meu Rio é apartidário e independente. Não recebemos dinheiro de partidos políticos, governos, empresas públicas e concessionárias de serviço público. Temos uma equipe que se dedica diariamente a fiscalizar e cobrar os políticos da nossa cidade para impedir absurdos e garantir que as demandas da população sejam ouvidas.

Mas para continuar fazendo esse trabalho, dependemos do apoio de pessoas como você, que acreditam na força do nosso trabalho!




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