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Criado em 2011, o Meu Rio é uma organização independente e apartidária.
Com uma equipe de cinco pessoas, fiscalizamos, cobramos e pautamos os políticos da cidade
para evitar que os cariocas e as cariocas sejam prejudicados por decisões absurdas.
Ao longo dos anos, já conquistamos dezenas de vitórias. Conheça algumas delas!

Na segunda feira após as eleições municipais de 2016, a equipe do Meu Rio detectou que um projeto de lei absurdo entraria em votação na Câmara dos Vereadores. Batizado de Mesada Vitalícia, o projeto previa que alguns vereadores recebessem uma aposentadoria especial, somando salários para o resto da vida quando não fossem reeleitos.

Rapidamente, nossa equipe criou a página www.naovaitermesada.meurio.org.br e disparou um alerta para todos os membros do Meu Rio. Em menos de 24h, foram mais de 40 mil emails enviados para os vereadores e vereadoras. Quando o projeto foi à votação, em uma sessão extraordinária com acompanhamento ao vivo do Meu Rio, os vereadores e vereadoras estavam tão constrangidos com nossa pressão que nenhum deles teve coragem de votar a favor do projeto.

Ao lado da ONG Rio de Paz, o Meu Rio se juntou à Jovita Belfort em uma campanha emocionante pela criação de uma delegacia especializada na localização de pessoas desaparecidas. Foram meses de luta e pressão na direção da Polícia Civil e na Secretaria de Segurança Pública até que esse novo departamento fosse implementado no Rio.

Até então as mães e familiares de pessoas desaparecidas eram obrigadas a ir até uma delegacia de homicídios para registrar o desaparecimento de um ente querido, em um processo violento e doloroso que não podia mais continuar. Para completar, em Belo Horizonte a delegacia de desaparecidos apresentava números alentadores na resolução de casos, com um custo operativo baixo. Hoje, a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (como foi batizada aqui no Rio) se encontra em pleno funcionamento.
Os pré-vestibulares comunitários continuam sendo a primeira porta de entrada para muitos jovens de periferia acessarem as universidades. Infelizmente, alguns deles ainda funcionam com uma infraestrutura precária e contam apenas com a ajuda de ex-alunos e voluntários para se manterem de pé.
Em 2018, resolvemos fazer uma grande campanha para arrecadar R$30 mil e ajudar três pré-vestibulares a rodarem melhor até o ENEM, que aconteceu em novembro. Em duas semanas ultrapassamos a meta e os jovens dos pré vestibulares de Bangu, Santa Cruz e Parada de Lucas ganharam mais possibilidades de ir para a universidade!

Uma das recomendações da CPI das Armas, em 2015, era a instauração de um sistema de controle de armas e munições, para reduzir o desvio desses materiais para outras finalidades. Fizemos pressão nos deputados da Alerj e o projeto foi aprovado!


Os vereadores do Rio tentaram, na surdina, aprovar uma emenda que permitia o recebimento do salário integral sem precisar votar em ao menos um projeto de lei.


Novamente, agimos contra um privilégio. Dessa vez barramos o "auxílio-educação"
de mais de R$ 7 mil para filhos de
juízes e desembargadores.
Após dois anos fechada, conseguimos que escola fosse reaberta e os alunos
voltassem às aulas.


Na véspera do Natal de 2013, a Secretaria de Obras tentou destruir um projeto modelo de sustentabilidade no Cantagalo. Em uma mobilização de urgência, vencemos e garantimos a manutenção do Favela+Limpa.


A fila do sistema de saúde era uma verdadeira caixa-preta, o que abria um grande precedente para os fura-filas. Depois da campanha do Meu Rio, o prefeito sancionou a lei que obriga o sistema de saúde a disponibilizar na Internet o lugar onde os pacientes estão na fila, melhorando muito a transparência do sistema.

Com nossa pressão, garantimos que a revista íntima manual fosse substituída por detectores de metais.

Nas eleições municipais de 2016, reunimos um time de especialistas para verificar ao vivo a veracidade das falas dos candidatos à prefeitura nos debates de TV.

Em ação inédita, acabamos com a cobrança de ICMS para quem gera energia solar em escala local.

Um avanço histórico para o estado que poderá receber projetos de leis de iniciativa popular com assinaturas digitais.





Depois que Marielle foi assassinada, uma série de notícias falsas começaram a ser veiculadas nas redes. Uma desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio divulgou estas informações em seu Facebook. Fizemos uma campanha para que o Conselho Nacional de Justiça se pronunciasse sobre a atitude da magistrada.

Em março de 2018, uma forte chuva atingiu a cidade do Rio, várias famílias perderam tudo ou ficaram desabrigadas. O Meu Rio fez uma grande campanha de solidariedade que juntou pessoas que queriam fazer doações a voluntários que poderiam receber os materiais em suas casas e repassá-los às famílias.

Em parceria com os moradores do Leme, evitamos que um teleférico turístico fosse instalado em parque de preservação natural no bairro.

Dessa vez, pressionamos os deputados federais para evitar que um projeto de lei absurdo concedesse a licença para matar aos militares na cidade durante as Olimpíadas.

Uma campanha rápida e efetiva garantiu a pintura da ciclofaixa em um cruzamento perigoso da avenida Venceslau Brás.

Apoie nossa luta!


O Meu Rio é apartidário e independente. Não recebemos dinheiro de partidos políticos, governos, empresas públicas e concessionárias de serviço público. Temos uma equipe que se dedica diariamente a fiscalizar e cobrar os políticos da nossa cidade para impedir absurdos e garantir que as demandas da população sejam ouvidas.

Mas para continuar fazendo esse trabalho, dependemos do apoio de pessoas como você, que acreditam na força do nosso trabalho!




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